Jon Jones e Daniel Cormier voltaram a protagonizar um novo capítulo da rivalidade dentro do reality de MMA ALF, em que os dois aparecem como treinadores rivais e, a cada episódio liberado, seguem alimentando o clima de confronto entre suas equipes. Na edição mais recente, divulgada na última sexta-feira, a tensão entre os treinadores escalou rapidamente, com provocações diretas e um desafio inusitado colocado na mesa ainda durante a gravação.
Antecedentes
Neste período do programa, Jones e Cormier são colocados para competir lado a lado, com suas respectivas equipes sendo treinadas e acompanhadas no ambiente do reality. Conforme os confrontos entre os grupos se intensificam, o relacionamento entre os dois técnicos também piora. No episódio mais recente, isso se refletiu em discussões e provocações que, em dado momento, chegaram ao ponto de um desafio imediato de luta por tempo curto.
A luta
- O episódio começa com a rivalidade ganhando força dentro da dinâmica do programa, e a animosidade entre as equipes passa a transbordar para o comportamento dos próprios treinadores.
- Com o clima aumentando, Jon Jones provoca Daniel Cormier diretamente e o chama para uma luta relâmpago de um minuto, como forma de transformar a discussão em confronto imediato.
- Cormier responde em tom de deboche, dizendo que “Jon Jones ainda é criança”, enquanto Jones devolve a crítica, afirmando que “DC chora como criança” e insinuando que todo mundo no ambiente entende quem seria o “homem” da relação.
- Quando Jones insiste, Cormier contrapõe dizendo que a situação “está em debate”, e o campeão e ex-campeão insiste que essa “discussão” já teria sido encerrada há anos — até Cormier rebate novamente, dizendo que não teria sido encerrada e que “deveria ter acabado”.
- Jones então se levanta, chamando Cormier para lutar de imediato: “Eu dou a Daniel um minuto, se ele quiser. Um minuto!”. Cormier, por sua vez, permanece sentado e ironiza o desafio, afirmando que não aceitaria esse tipo de luta por um minuto e questionando o dinheiro envolvido.
- Jones tenta manter o ritmo da provocação, insistindo que a “discussão” seria de um minuto e que Cormier teria ficado calado após a proposta. Cormier responde que não lutaria por apenas um minuto e reforça que a postura de Jones seria “infantil”.
- Cormier aprofunda a crítica: diz que Jones se comporta como uma criança que precisa ficar em pé para ser notada, enquanto ele preferiria observar e agir com mais calma. Jones volta a pressionar com o placar simbólico da provocação: “Jones 3, DC 0”.
- Cormier ainda questiona a ideia de “lutar como crianças na rua”, afirmando que jamais agiria dessa forma e que não aceitaria um cenário que, para ele, não seria luta — seria apenas uma encenação.
- Jones diz que “não seria uma luta”, mas Cormier rebate lembrando que, segundo sua visão, Jones teria demonstrado uma obsessão com o duelo ao incluir “agulhas” no contexto das lutas passadas, voltando a atacar a motivação do rival.
- Após esse trecho de maior atrito, Jones afirma que quer vencer Cormier no programa “de forma justa” e sem rodeios, mas aproveita para lamentar o fato de que Cormier teria trazido sua equipe para fazer o trabalho de treinadores, enquanto Jones teria levado apenas um parceiro de negócios ao programa.
- Cormier usa a fala como oportunidade para explicar o que ele enxerga como diferença entre os dois: segundo ele, trazer a equipe faria parte de “treinar lutadores”, enquanto Jones estaria em outro modelo de participação.
- Jones contra-ataca e diz que, na visão dele, seria “uma máquina de vitória” sozinho, enquanto Cormier insiste que sua função seria “levar” as pessoas para o topo por meio de uma estrutura de oportunidade e treinamento diário, afirmando que pretende deixar o mundo melhor quando sua participação encerrar.
- Depois dessa sequência, a troca de provocações desacelera, sem uma “explosão” maior, e o episódio segue com a discussão permanecendo no plano verbal.
- Na sequência, Jones é entrevistado em um momento separado e retoma a história: segundo ele, quando o clima aqueceu entre Daniel e ele, Jones teria proposto “lutar agora” por “um minuto”. A resposta de Cormier, conforme Jones relembra, teria sido de que Jones seria “um garoto”, enquanto ele seria “um homem”.
- Por fim, Jones conclui dizendo que os dois seguem trocando provocações desde que entraram na casa e que a rivalidade deve continuar pelo resto da vida. Ainda na visão dele, Cormier se coloca como rival, mas Jones enxerga apenas antipatia e um “hater” que ele terá de encarar.
O pós-luta
Mesmo sem um confronto físico acontecer de fato, o episódio reforçou que a disputa no programa passa pelo campo emocional tanto quanto pelo campo técnico. A rivalidade, que já vinha aparecendo em cortes e trechos divulgados anteriormente, ganhou mais um momento de destaque com o desafio de um minuto e a sequência de provocações que ocupou grande parte da parte mais tensa do episódio.

