Jon Jones desafia Daniel Cormier no reality e promete duelo relâmpago de 1 min

Jon Jones e Daniel Cormier voltaram a protagonizar um novo capítulo da rivalidade dentro do reality de MMA ALF, em que os dois aparecem como treinadores rivais e, a cada episódio liberado, seguem alimentando o clima de confronto entre suas equipes. Na edição mais recente, divulgada na última sexta-feira, a tensão entre os treinadores escalou rapidamente, com provocações diretas e um desafio inusitado colocado na mesa ainda durante a gravação.

Antecedentes

Neste período do programa, Jones e Cormier são colocados para competir lado a lado, com suas respectivas equipes sendo treinadas e acompanhadas no ambiente do reality. Conforme os confrontos entre os grupos se intensificam, o relacionamento entre os dois técnicos também piora. No episódio mais recente, isso se refletiu em discussões e provocações que, em dado momento, chegaram ao ponto de um desafio imediato de luta por tempo curto.

A luta

  1. O episódio começa com a rivalidade ganhando força dentro da dinâmica do programa, e a animosidade entre as equipes passa a transbordar para o comportamento dos próprios treinadores.
  2. Com o clima aumentando, Jon Jones provoca Daniel Cormier diretamente e o chama para uma luta relâmpago de um minuto, como forma de transformar a discussão em confronto imediato.
  3. Cormier responde em tom de deboche, dizendo que “Jon Jones ainda é criança”, enquanto Jones devolve a crítica, afirmando que “DC chora como criança” e insinuando que todo mundo no ambiente entende quem seria o “homem” da relação.
  4. Quando Jones insiste, Cormier contrapõe dizendo que a situação “está em debate”, e o campeão e ex-campeão insiste que essa “discussão” já teria sido encerrada há anos — até Cormier rebate novamente, dizendo que não teria sido encerrada e que “deveria ter acabado”.
  5. Jones então se levanta, chamando Cormier para lutar de imediato: “Eu dou a Daniel um minuto, se ele quiser. Um minuto!”. Cormier, por sua vez, permanece sentado e ironiza o desafio, afirmando que não aceitaria esse tipo de luta por um minuto e questionando o dinheiro envolvido.
  6. Jones tenta manter o ritmo da provocação, insistindo que a “discussão” seria de um minuto e que Cormier teria ficado calado após a proposta. Cormier responde que não lutaria por apenas um minuto e reforça que a postura de Jones seria “infantil”.
  7. Cormier aprofunda a crítica: diz que Jones se comporta como uma criança que precisa ficar em pé para ser notada, enquanto ele preferiria observar e agir com mais calma. Jones volta a pressionar com o placar simbólico da provocação: “Jones 3, DC 0”.
  8. Cormier ainda questiona a ideia de “lutar como crianças na rua”, afirmando que jamais agiria dessa forma e que não aceitaria um cenário que, para ele, não seria luta — seria apenas uma encenação.
  9. Jones diz que “não seria uma luta”, mas Cormier rebate lembrando que, segundo sua visão, Jones teria demonstrado uma obsessão com o duelo ao incluir “agulhas” no contexto das lutas passadas, voltando a atacar a motivação do rival.
  10. Após esse trecho de maior atrito, Jones afirma que quer vencer Cormier no programa “de forma justa” e sem rodeios, mas aproveita para lamentar o fato de que Cormier teria trazido sua equipe para fazer o trabalho de treinadores, enquanto Jones teria levado apenas um parceiro de negócios ao programa.
  11. Cormier usa a fala como oportunidade para explicar o que ele enxerga como diferença entre os dois: segundo ele, trazer a equipe faria parte de “treinar lutadores”, enquanto Jones estaria em outro modelo de participação.
  12. Jones contra-ataca e diz que, na visão dele, seria “uma máquina de vitória” sozinho, enquanto Cormier insiste que sua função seria “levar” as pessoas para o topo por meio de uma estrutura de oportunidade e treinamento diário, afirmando que pretende deixar o mundo melhor quando sua participação encerrar.
  13. Depois dessa sequência, a troca de provocações desacelera, sem uma “explosão” maior, e o episódio segue com a discussão permanecendo no plano verbal.
  14. Na sequência, Jones é entrevistado em um momento separado e retoma a história: segundo ele, quando o clima aqueceu entre Daniel e ele, Jones teria proposto “lutar agora” por “um minuto”. A resposta de Cormier, conforme Jones relembra, teria sido de que Jones seria “um garoto”, enquanto ele seria “um homem”.
  15. Por fim, Jones conclui dizendo que os dois seguem trocando provocações desde que entraram na casa e que a rivalidade deve continuar pelo resto da vida. Ainda na visão dele, Cormier se coloca como rival, mas Jones enxerga apenas antipatia e um “hater” que ele terá de encarar.

O pós-luta

Mesmo sem um confronto físico acontecer de fato, o episódio reforçou que a disputa no programa passa pelo campo emocional tanto quanto pelo campo técnico. A rivalidade, que já vinha aparecendo em cortes e trechos divulgados anteriormente, ganhou mais um momento de destaque com o desafio de um minuto e a sequência de provocações que ocupou grande parte da parte mais tensa do episódio.

By Rafael Costa

Rafael é jornalista esportivo focado em MMA e UFC. Ele acompanha eventos nacionais e internacionais, trazendo análises detalhadas de lutas, rankings e desempenho dos atletas.