Depois de dezenove lutas na organização e uma década desde o início da passagem pelo UFC, Max Griffin chegou ao fim do seu ciclo na companhia. Na quinta-feira, o lutador anunciou que recebeu recentemente o “cartão rosa” do evento.
Antecedentes
Griffin, que soma cartel de 20-13, informou que a decisão veio após sua derrota no dia 25 de abril. Na ocasião, ele foi superado por Victor Valenzuela, estreante na promoção, em decisão unânime.
Com 40 anos, o americano encerrou a trajetória no UFC com retrospecto de 8-11 dentro do octógono. Entre os resultados mais relevantes, estão vitórias sobre nomes como Mike Perry, Ramiz Brahimaj, Carlos Condit, Tim Means e Jeremiah Wells.
O pós-luta
Em vídeo publicado no Instagram, Griffin deixou claro que não pretende parar. Ele afirmou: “Minha luta não acabou. Eu ainda quero lutar. As minhas últimas apresentações tiveram algumas decisões questionáveis, mas é assim mesmo, é o jogo. No fim, é negócio. É difícil, eu sei, mas é isso. Eu sigo com vontade de competir”.
Ao longo do período no UFC, o lutador também conquistou premiações importantes. Em março de 2021, ele recebeu um bônus de Performance da Noite ao nocautear rapidamente Kenan Song com um TKO. Já contra Elizeu Zaleski dos Santos, Griffin garantiu outro bônus, desta vez de Luta da Noite, em um confronto considerado épico.

