Sean Strickland não parece estar nos planos de ser o centro das atenções do card do UFC na “White House”, marcado para 14 de junho. O atual campeão dos médios, conhecido por falar sem filtro, usou as redes sociais para afirmar que foi impedido de participar do evento — alegando que a punição teria relação direta com críticas que ele teria feito ao presidente Donald Trump, além de comentários sobre sua relação com Israel e com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
- Lutador envolvido: Sean Strickland (campeão dos médios do UFC)
- Data do evento: 14 de junho
- Alegação do atleta: Strickland diz que foi banido do evento
- Contexto citado: críticas a Trump e comentários envolvendo Israel/Benjamin Netanyahu
- Participação do público: não houve venda de ingressos e fãs não seriam autorizados a comparecer
Campeão diz que foi proibido e mira críticas em líderes
Strickland publicou a informação em seu perfil, deixando claro que pretendia estar presente, mas que, a partir de agora, isso não deve acontecer. Ele também insinuou que o motivo do veto teria sido a forma como ele criticou figuras políticas ligadas aos bastidores do evento.
Em uma postagem, o campeão escreveu: “UFC na Casa Branca com [Benjamin Netanyahu] na plateia. Um lixo total”. Na sequência, acrescentou: “Para ser justo, eles me baniram. Mas quando você zoa os líderes da América, eles tendem a ser um pouco imaturos. Por líderes, eu quero dizer Israel”.
As declarações surgem em meio a um histórico recente de posicionamentos do lutador. Strickland já havia se mostrado mais crítico em relação ao conflito em andamento envolvendo o Irã, e também chamou atenção por ter apoiado a reeleição de Trump em 2024.
“Banimento” teria ligação com Israel e menção a Jeffrey Epstein
Ao comentar mais detalhes sobre o que teria levado ao impedimento, Strickland reforçou o tom provocativo. Ele afirmou: “O único campeão americano do sexo masculino banido na Casa Branca porque eu disse que Trump é controlado por [Benjaimin Netanyahu]. Isso não é opinião pública, é um fato”.
Questionado sobre quais teriam sido as falas específicas que resultaram na proibição, o campeão acrescentou: “Eu fiz piada com Israel e [Jeffrey] Epstein”.
Sem resposta oficial; situação pode ser “banimento” ou ausência
Até o momento, não houve uma resposta oficial por parte do UFC para confirmar a versão apresentada por Strickland. Com isso, ainda não fica claro se ele realmente foi barrado do evento ou se, na prática, não está no plano de comparecer.
Apesar da ausência de venda de ingressos e da informação de que fãs não poderiam entrar no local, a organização teria planejado disponibilizar apenas um número limitado de assentos para a ocasião. Mesmo assim, Strickland indica que estava com intenção de ir, mas que a situação mudou.
Sem recuo nas provocações contra Trump e relação com Israel
Independentemente de confirmação oficial, o campeão dos médios seguiu publicando suas críticas e não demonstrou intenção de recuar. Pelo que ele vem dizendo, a postura atual de Strickland — direcionada a Trump e também à ligação política envolvendo Israel e Netanyahu — deve continuar sendo parte do discurso do lutador nos próximos dias, enquanto o UFC se prepara para o que é esperado como o maior evento do ano.

