O UFC 328 acontece neste sábado, 9 de maio de 2026, no Prudential Center, em Newark, no estado de Nova Jersey, com transmissão ao vivo pelo Paramount+. O evento traz como luta principal um confronto pelo cinturão dos meio-médios entre Khamzat Chimaev e Sean Strickland.
O duelo tem cara de revanche — e não esconde o contexto por trás das imagens polêmicas de sparring entre os dois. Também existe a possibilidade de ser um passo rumo a uma sequência de confrontos, caso a organização opte por uma trilogia depois de um episódio recente envolvendo Chimaev e Strickland em dias anteriores.
Card principal e lutas pelo título no UFC 328
- Luta principal: Khamzat Chimaev vs. Sean Strickland (disputa do cinturão dos meio-médios do UFC)
- Co-main event: Joshua Van vs. Tatsuro Taira (disputa do cinturão dos moscas do UFC)
- Fechando o main card: Alexander Volkov vs. Waldo Cortes-Acosta, King Green vs. Jeremy Stephens e Sean Brady vs. Joaquin Buckley
No coevento principal, Joshua Van encara Tatsuro Taira pela cinta dos moscas. A expectativa é de um combate com bastante ritmo, mesmo com o cenário de favoritismo e pressão em cima dos dois atletas deixando a luta ainda mais chamativa.
O card principal ainda conta com Alexander Volkov contra Waldo Cortes-Acosta, King Green enfrentando Jeremy Stephens e Sean Brady cruzando o octógono com Joaquin Buckley.
Prelims: onde começa a noite em Newark
- Prelims (luta de abertura do bloco): Ateba Gautier vs. Ozzy Diaz
- Outras lutas do card prelim: Jim Miller vs. Jared Gordon e Joel Alvarez vs. Yaroslav Amosov
Nos preliminares, Ateba Gautier é o destaque do primeiro bloco ao encarar Ozzy Diaz. O evento também reserva duelos entre Jim Miller e Jared Gordon, além de Joel Alvarez contra Yaroslav Amosov.
O conteúdo a seguir compila informações de variação de linhas de apostas ao longo do processo até o momento em que as cotações foram divulgadas, acompanhando mudanças em função do interesse do público. A análise considera o movimento das oddsmakers e também a influência de mercados diferentes incluídos nas médias.
Movimentação das linhas no main card do UFC 328
- Khamzat Chimaev (-571 -7,1%) vs. Sean Strickland (+426 +25,2%)
- Joshua Van (+137 +2,1%) vs. Tatsuro Taira (-163 -3,5%)
- Alexander Volkov (-154 +6,4%) vs. Waldo Cortes-Acosta (+128 -15%)
- Sean Brady (-161 +17,6%) vs. Joaquin Buckley (+135 -50,9%)
- King Green (-393 -19,9%) vs. Jeremy Stephens (+299 +32,5%)
Khamzat Chimaev vs. Sean Strickland
Chimaev entrou como o favorito com linha em torno de -571, enquanto Strickland apareceu em +426. A variação foi considerada previsível, em parte porque não havia uma linha correspondente em um dos mercados usados na média, o que tende a alterar o comportamento do gráfico.
Chimaev começou como favorito em -400 e recebeu grande volume de apostas, subindo para -513. Depois disso, continuou avançando lentamente na mesma direção. Strickland, por sua vez, abriu em +300.
Esse é o maior preço inicial de Chimaev desde o combate contra Kevin Holland em 2022. Naquela ocasião, ele iniciou em -1000 e foi “comprado” até -549. Contra Dricus du Plessis, a abertura foi em -225 e o fechamento ficou pouco abaixo disso, o que chama atenção quando se compara com o grau de desequilíbrio do confronto.
Já diante de Robert Whittaker, Chimaev abriu em -195 e recebeu apenas apoio morno do público. Contra Kamaru Usman, ele começou como azarão, com +170, mas acabou ganhando força nas apostas para fechar como favorito.
Strickland abriu pela segunda vez em +300, exatamente como ocorreu na luta contra Israel Adesanya. Além disso, ele fechou com odds ainda maiores do que está no momento, então quem acredita em uma “repetição de cenário” pode enxergar isso como um sinal positivo.
Nos últimos dois compromissos, Strickland atuou como azarão: venceu Anthony Hernandez e depois perdeu para Dricus du Plessis.
Joshua Van vs. Tatsuro Taira
Van apareceu com +137 (+2,1%) e Taira com -163 (-3,5%). Aqui, a leitura das linhas ficou mais confusa por causa da inclusão de cotações de Polymarket na média usada no acompanhamento, o que deixou o movimento parecendo “dentes de serra”.
Taira abriu em -150 (na média) e rapidamente viu esse número cair para -180. Depois disso, as cotações de Van e Taira oscilaram bastante, até se aproximarem do patamar inicial. Na prática, a presença desse mercado cripto tende a dificultar a tentativa de transformar o gráfico em conclusão direta sobre preferência do público em casas mais tradicionais.
Enquanto isso, Van ficou por volta de +150 no Polymarket, e perto de +140 nas outras médias citadas. A análise do comportamento das linhas mais “malucas” promete voltar mais adiante no texto.
É uma situação rara: o campeão chega como azarão diante do desafiante na primeira defesa de cinturão. Van também já havia sido o “underdog” contra Alexandre Pantoja, mas aquela luta nem chegou a acontecer por inteiro, já que foi interrompida cedo por causa de uma lesão.
O apoio ao atleta demorou a engrenar. Antes das vitórias sobre Rei Tsuruya e Cody Durden, ele chegou a ser “desconsiderado” nas apostas. Taira, por outro lado, também veio de vitória como azarão no último combate, quando superou Brandon Moreno.
Apesar disso, a trajetória dele no UFC costuma trazer o atleta como favorito na maior parte do tempo. A mudança agora foi acompanhada por um encurtamento das odds com as apostas do público, e não por um alongamento.
Alexander Volkov vs. Waldo Cortes-Acosta
Volkov fechou no acompanhamento com -154 (+6,4%), enquanto Cortes-Acosta ficou em +128 (-15%). O russo abriu como favorito em -185, e o dominicano começou em +160.
Com o passar do tempo, as linhas se aproximaram. Parte disso aconteceu com o público acreditando que Cortes-Acosta pode continuar a sequência forte iniciada ao longo de 2025. O texto também lembra que Volkov vinha de três lutas como azarão — contra Jailton Almeida, Ciryl Gane e Sergei Pavlovich — e venceu todas. No entanto, a luta com Gane é citada como um caso em que o resultado poderia ter sido decidido diferente pelos juízes.
Cortes-Acosta foi grande favorito contra Derrick Lewis em janeiro, e o cenário fez sentido após a vitória. O público também esteve com ele em 2025, apoiando triunfos sobre Shamil Gaziev e Ante Delija.
Sean Brady vs. Joaquin Buckley
Brady ficou como favorito com -161 (+17,6%), contra +135 (-50,9%) de Buckley. Brady abriu em -300, enquanto Buckley começou em +250, mas o volume de apostas e a variação das linhas fizeram o confronto “encurtar” a distância até quase virar uma briga mais equilibrada no preço.
O movimento foi apontado como bom sinal para quem acredita que Brady conseguirá explorar um ponto fraco do rival: a defesa a quedas. A última aparição de Buckley no acompanhamento é lembrada com a vitória em um cenário em que ele havia sido cotado como -200 contra Usman, mas acabou surpreendido, principalmente pela questão de manter o controle no grappling.
King Green vs. Jeremy Stephens
Green apareceu com -393 (-19,9%) e Stephens com +299 (+32,5%). A abertura colocava Green em -200 e Stephens em +170, mas o texto destaca que houve bastante ação em cima de Green, o que ampliou o favoritismo.
O acompanhamento sugere que essa tendência deve seguir. Também foi mencionada uma informação relevante: Stephens teria faltado em 4 libras no peso.
Odds dos “late prelims” no UFC 328
- Ateba Gautier (-1390 -3,2%) vs. Ozzy Diaz (+806 +16,4%)
- Joel Alvarez (+154 +40,2%) vs. Yaroslav Amosov (-184 -75,6%)
- Grant Dawson (-171 -20,7%) vs. Mateusz Rebecki (+144 +20,5%)
Ateba Gautier é o maior favorito do card no acompanhamento, com -1390 (-3,2%), enquanto Ozzy Diaz aparece com +806 (+16,4%). Gautier havia aberto em -1000, e Diaz começou em +675.
O texto classifica esse tipo de discrepância como algo comum para um lutador chamado de “Mini Ngannou”, citando que ele esteve em -900 contra Andrey Pulyaev — adversário que teria dado trabalho — e depois em -1100 antes de atravessar Treston Vines.
Joel Alvarez vs. Yaroslav Amosov
Alvarez começou com +154 (+40,2%) e Amosov com -184 (-75,6%). A comparação de abertura mostra Alvarez em -200 e Amosov em +170, ou seja: foi uma reversão grande, descrita como uma das maiores vistas desde que esse tipo de monitoramento começou.
Na leitura apresentada, a virada é tão expressiva que Amosov, em sua segunda luta no UFC, passou a ser o favorito em -184, enquanto Alvarez — apontado como um “azarão improvável” com potencial de disputar o topo na divisão dos leves — ficou em +154.
O texto também levanta a hipótese de que o Polymarket teve papel importante na movimentação. A ideia é que odds formadas de maneira isolada podem “puxar” o restante do mercado para seguir o mesmo caminho, mas a conclusão é deixada em aberto: se foi preferência direta do público ou efeito de competição entre plataformas, não fica garantido.
Grant Dawson vs. Mateusz Rebecki
Dawson apareceu como -171 (-20,7%), contra +144 (+20,5%) de Rebecki. O acompanhamento descreve que, na abertura, era um “pick’em”, com ambos em -110. Em seguida, mais gente passou a tratar Dawson como favorito, alterando o preço.
Odds dos “early prelims” no UFC 328
- Jim Miller (+245 +9,6%) vs. Jared Gordon (-311 -6%)
- Roman Kopylov (+155 +43,1%) vs. Marco Tulio (-183 -89,3%)
- Pat Sabatini (-224 +5,1%) vs. William Gomis (+179 -18,3%)
- Baisangur Susurkaev (-665 -5,9%) vs. Djorden Santos (+502 +22,1%)
- Clayton Carpenter (+150 -4,4%) vs. Jose Ochoa (-180 +0,4%)
- Observação: pesagem oficial do UFC 328 em 8 de maio de 2026
Jim Miller vs. Jared Gordon
O acompanhamento mostra Miller em +245 (+9,6%) e Gordon em -311 (-6%). A variação foi descrita como pequena, com consenso de que Gordon, mais velho em termos de carreira, ainda assim seria o favorito em relação ao “ultra veterano” Jim Miller.
Roman Kopylov vs. Marco Tulio
Roman Kopylov ficou com +155 (+43,1%), enquanto Marco Tulio apareceu com -183 (-89,3%). Esse é apontado como o maior movimento de linha já registrado no histórico do monitoramento: Kopylov abriu em -225, e Tulio começou em +190.
O texto ressalta que Tulio quase “invertou” as próprias odds em nível próximo de 100% de mudança, o que é tratado como algo absurdo. Ao mesmo tempo, não há certeza sobre o motivo exato, mas fica claro que o comportamento teria ficado mais instável depois que o Polymarket passou a entrar nas médias do Best Fight Odds.
Pat Sabatini vs. William Gomis
Sabatini ficou em -224 (+5,1%) e Gomis em +179 (-18,3%). A abertura colocava Sabatini em -270 e Gomis em +230. O acompanhamento indica que parece haver ação para Gomis, mas levanta uma dúvida sobre se isso teria relação com preferência de apostadores franceses.
Baisangur Susurkaev vs. Djorden Santos
Susurkaev apareceu como -665 (-5,9%) e Santos como +502 (+22,1%). O texto lembra que Susurkaev já vinha como grande favorito em todas as lutas no UFC até aqui, e que o público acompanhou esse cenário. Por consequência, Santos foi de +375 para +502.
Clayton Carpenter vs. Jose Ochoa
Carpenter ficou em +150 (-4,4%), contra -180 (+0,4%) de Ochoa. Aqui, o acompanhamento diz que as linhas não mudaram tanto em comparação com a abertura, apesar de ter havido muitos “saltos” no intervalo.
O texto também traz referência à pesagem oficial do UFC 328, realizada em 8 de maio de 2026, em Newark, no estado de Nova Jersey.
Maiores mudanças de linha e tendências iniciais
- Marco Tulio: de +190 (azarão) para -186 (favorito) — variação de -89,3%
- Yaroslav Amosov: de +170 (azarão) para -184 (favorito) — variação de -75,6%
- Joaquin Buckley: de +250 (azarão) para +144 (azarão) — variação de -50,9%
- Roman Kopylov: de -225 (favorito) para +155 (azarão) — variação de +43,1%
- Jeremy Stephens: de +170 (azarão) para +302 (azarão) — variação de +32,5%
O texto ainda organiza um “TLDR” com os maiores movimentos do UFC 328. Em seguida, passa a destacar tendências encontradas em monitoramentos anteriores de eventos com pay-per-view: categorias baseadas em como as odds iniciaram (mais ou menos) e se depois alongaram ou encurtaram.
As estatísticas apresentadas são as seguintes: em uma categoria de lutadores que abriram com odds positivas e depois alongaram, o placar foi de 9-51. Em outra, de positivos que encurtaram o suficiente para virar odds negativas, o resultado foi 16-12. Também há a categoria em que positivos encurtaram, mas permaneceram positivos, com 6-13.
Para os casos em que abriram negativos e depois alongaram o suficiente para virar positivas, o placar foi 6-5. Quando abriram negativos e depois encurtaram, ficou 5-4. Por fim, em situações em que abriram negativos e depois alongaram, mas permaneceram negativos, o total indicado foi 2-0.
“Underdogs”: a leitura do texto para apostas
- O autor afirma que vai “desconsiderar” movimentos extremos de linha na semana.
- Foi citado que a preferência era por Alvarez contra Amosov e por Kopylov contra Tulio antes de ver as odds.
- O texto diz que, com as mudanças do Polymarket, ambos agora aparecem como azarões.
- É feito um convite para que o leitor compartilhe quais são os “dogs” favoritos no card.
Na parte final, o texto diz que as apostas pessoais serão afetadas pela ideia de “fugir” das variações mais agressivas mostradas na semana. A preferência declarada era por Joel Alvarez vencer Yaroslav Amosov e por Roman Kopylov derrotar Marco Tulio, antes mesmo de o monitoramento detalhar como as linhas mudaram.
Também é indicado que, nas leituras tradicionais de probabilidades, esses lutadores teriam sido favorecidos nos confrontos. Apesar disso, com a dinâmica citada envolvendo Polymarket, os dois acabaram posicionados como azarões nas cotações observadas no momento.
O texto encerra pedindo a opinião do público sobre quais são os “underdogs” favoritos para o UFC 328.
Responsible betting (aposta responsável)
- USA: National Problem Gambling Helpline — ligar ou enviar mensagem de texto para 1-800-GAMBLER.
- UK: GamCare — ligar para 0808 8020 133 ou acessar gamecare.org.uk para chat e fóruns.
- Canada: responsável em responsiblegambling.org, com recursos por província e território.
- Australia/New Zealand: National Gambling Helpline — ligar para (800) 858 858 ou visitar gamblinghelponline.org.au.
Ao final, há um aviso de que apostar envolve risco e que as pessoas devem apostar apenas valores que consigam perder. O texto também recomenda procurar ajuda caso exista dificuldade com jogos, apontando canais específicos por país.

