Colby Covington admitiu estar frustrado com o fato de ter permanecido fora dos planos recentes do UFC, mas encontrou alternativa para manter o ritmo. Além do treino e da rotina do MMA, o norte-americano também participou de mais uma edição do programa Swing Rounds, onde mostrou que, caso o caminho no esporte não siga como ele imagina, ainda existe a possibilidade de buscar resultados em outro cenário competitivo: o golfe.
No terceiro episódio da atração, “Chaos” apareceu ao lado de Mike Heck, em uma rodada realizada no Crescent Oaks Golf Club, em Tarpon Springs, na Flórida — cidade na região de Tampa. O encontro aconteceu em uma tarde bonita, com a dupla disputando um formato de scramble de nove buracos, típico para quem quer somar jogadas em conjunto e tentar somar o melhor placar possível na soma do time.
Reação ao UFC e ao card do “White House”
Durante o programa, Covington comentou a situação de estar de fora do octógono e reagiu ao noticiário envolvendo a chamada “UFC White House card”. O lutador se mostrou incomodado por não ter sido incluído no evento e também fez menção ao que foi dito por Bo Nickal, que afirmou que Covington teria recusado uma luta no card histórico.
Sem esconder o incômodo, Covington falou sobre a própria visão do alinhamento do evento e destacou que, ao seu ver, a dinâmica do card tende a terminar de uma maneira mais dura, com desfecho que pode fugir do controle de quem espera um caminho “limpo” para os favoritos.
Debate sobre o MMA fora do UFC
Além do tema principal envolvendo a programação do UFC, o lutador também abordou o card do MVP MMA, marcado para 16 de maio. Na conversa, ele tratou o evento como algo positivo e explicou por que, na avaliação dele, esse tipo de noite de lutas pode ser benéfico para a cena, mantendo lutadores em atividade e oferecendo novas oportunidades de vitórias e afirmação no cenário do esporte.
Quem deve enfrentar Islam Makhachev
Outro ponto central do episódio foi a pergunta sobre o próximo passo no topo da categoria peso-leve. Covington comentou quem, segundo ele, deveria encarar Islam Makhachev pelo cinturão da divisão. A discussão entrou no campo de prioridades e de qual perfil de adversário faria mais sentido para o campeão no momento.
Arrependimentos e luta que “escapou”
Covington também foi questionado sobre se existe arrependimento em decisões passadas e respondeu dentro do contexto do próprio planejamento de carreira. Ainda na mesma linha, o programa trouxe à tona o tema da grande luta que, segundo ele, não aconteceu — aquele confronto que ele considera ter ficado para trás e que poderia ter mudado a trajetória do momento.
Golfe, diversão e o “recado” da entrevista
Com a rodada seguindo o formato de scramble e o clima descontraído do campo, Covington usou o cenário do golfe para reforçar sua postura: mesmo fora do foco imediato do UFC, ele segue ativo, falando abertamente sobre os bastidores e sobre o que acredita ser o melhor caminho para voltar ao centro das atenções.
Agora, fica a curiosidade para saber se o time conseguiu “entregar o resultado” na disputa do campo. O retorno do Swing Rounds traz justamente essa mistura de bastidores do MMA com o desafio no gramado, em vídeo disponível no episódio.
Por fim, a produção agradeceu ao Crescent Oaks Golf Club por permitir as gravações da rodada no local.

