O mistério ficou no passado: Jasmine Jasudavicius voltou a vencer no octógono e, no processo, virou assunto não só pelo desempenho, mas também por um detalhe flagrado nas câmeras durante o combate. No card principal do UFC Winnipeg, realizado no último sábado (21 de abril de 2026), no Canada Life Centre, em Winnipeg, no estado de Manitoba (Canadá), a atleta ranqueada na 7ª posição do peso-mosca feminino superou Karine Silva com vitória por decisão unânime.
Vitória por pontos e o significado no peso-mosca
Jasudavicius retomou o caminho das vitórias diante de uma adversária que também busca se aproximar da parte alta do ranqueamento. Com o resultado, ela ampliou a consistência recente e chegou a um cartel de 6-1 nos últimos sete compromissos, sinalizando que está pronta para encarar adversárias mais exigentes.
Além do impacto esportivo, o triunfo ganhou repercussão por um momento específico entre os rounds: câmeras registraram Jasudavicius com algo na boca durante a luta, o que alimentou especulações nas redes de que ela estaria usando um sachê de nicotina — com menção direta a marcas como Zyn — no meio do combate.
O que estava na boca: rotina de treino, sem polêmica
Na sequência, a própria lutadora explicou que não se tratava de nicotina. Segundo Jasmine Jasudavicius, o que ela tinha era goma de mascar. De acordo com o relato, ela estava aquecendo com o produto e, em lutas anteriores, já havia treinado e competido utilizando goma. O erro, segundo ela, foi ter se esquecido de cuspir antes de entrar no octógono, fazendo com que o item permanecesse na boca até o momento captado pelas câmeras.
Ela também ironizou o quanto a situação viralizou, comentando que, ao conversar com pessoas no treino, viu que praticamente todo mundo no ambiente teria algum sachê de nicotina, enquanto ela não usaria esse tipo de produto. O ponto central da explicação foi simples: não houve tentativa de mascar nada “proibido” durante o combate, apenas um detalhe da preparação pré-luta que acabou passando despercebido na hora de sair para a ação.
- O item na boca, conforme a lutadora, era goma de mascar usada no aquecimento.
- O motivo do aparecimento durante a luta foi um esquecimento de retirar o produto antes de caminhar até o octógono.
- Não houve controvérsia nem violação, já que não existia um cenário de substância passível de análise pelos oficiais naquele contexto.
Ranqueamento, próximos passos e possíveis adversárias
Com a vitória por decisão unânime sobre Karine Silva, Jasudavicius segue em rota de progressão dentro do peso-mosca e reforça seu nome como candidata a passos maiores na hierarquia da divisão. O cartel recente (6-1 nos últimos sete combates) sustenta a ideia de que ela não está apenas “mantendo posição”, mas construindo terreno para subir o nível dos confrontos.
Apesar de não existir proibição direta associada ao uso de nicotina, a lutadora e o cenário do esporte lembram que, dependendo das regras da comissão atlética local e de regulamentações ligadas a estimulantes, pode haver questionamentos em certas situações. Neste caso, porém, não havia nada concreto para revisão por parte dos responsáveis, encerrando o episódio como mais uma excentricidade de bastidores que virou tema de discussão.
Com o assunto “resolvendo” em campo, a mira agora é esportiva. Jasmine Jasudavicius já busca novos desafios e citou nomes de topo como possíveis adversárias, incluindo Maycee Barber, Erin Blanchfield e Alexa Grasso — sinalizando que a próxima luta pode ser contra uma atleta com presença forte no topo do ranqueamento e com grande peso para a disputa de posição na divisão.
- Próximo passo provável: enfrentar uma contender de alto nível, com nomes como Maycee Barber, Erin Blanchfield ou Alexa Grasso.
- Impacto no ranqueamento: vitória mantém Jasudavicius na disputa direta por um degrau acima na divisão.
- Caminho para a disputa de cinturão: resultado recente fortalece o argumento de que ela está pronta para confrontos decisivos contra o topo.

