Jake Paul critica aposta de Scott Coker e projeta prejuízo na nova liga de MMA

Parece que o fundador da MVP, Jake Paul, não está convencido de que Scott Coker consiga tocar uma promoção de MMA lucrativa em 2026. Coker, que já comandou eventos por décadas — passando por fases importantes à frente da Strikeforce e da Bellator — anunciou nesta quinta-feira que voltará a liderar uma empresa de MMA, com aporte financeiro total de US$ 60 milhões.

Paul, que promoveu o primeiro evento de MMA dele neste fim de semana, na Califórnia, após anos concentrado em lutas de boxe, comentou a notícia em suas redes sociais. Nas palavras do empresário, ele pediu para ver quem são os investidores e insinuou que o grupo pode acabar perdendo dinheiro no projeto.

O que Jake Paul respondeu sobre o retorno de Scott Coker

  • Jake Paul disse que precisa ver os investidores apoiando a ideia e que eles “vão perder todo o dinheiro”.
  • Ele afirmou que está com a sensação de estar tentando ajudar como “Superman”.
  • Paul também ironizou a própria situação, chamando Coker de “um cara tão legal”.

Scott Coker teve um papel central na construção da Strikeforce. A companhia foi criada por ele como promoção de kickboxing em 1985, sete anos antes do nascimento de Paul, e só passou a direcionar o foco para o MMA em 2006.

A Strikeforce, sob comando de Coker, acabou revelando e projetando vários nomes que viriam a se tornar referências na modalidade. Entre as estrelas que tiveram destaque no caminho está Ronda Rousey, que foi headline do MVP MMA 1 contra Gina Carano, outra ex-participante do universo Strikeforce.

O que Coker disse sobre o novo projeto de MMA

  • Coker ainda não revelou o nome da companhia.
  • Ele também não informou datas de eventos nem os atletas que já estariam contratados.
  • Segundo o dirigente, existe uma “demanda incrível” por uma marca global nova no MMA.

Em comunicado à imprensa, Coker reforçou a proposta do projeto como uma volta ao que ele considera essencial para a modalidade. A ideia, segundo ele, envolve preservar a integridade da competição, tratar os atletas com respeito e apresentar as trajetórias desses lutadores ao público.

O dirigente também afirmou que a promoção será construída com uma identidade autêntica, algo que “pertence” tanto aos atletas quanto aos fãs que vivem e respiram o esporte. Além disso, o plano de reentrada no cenário competitivo vem acompanhado do anúncio de US$ 60 milhões em apoio financeiro para a operação em 2026.

By Rafael Costa

Rafael é jornalista esportivo focado em MMA e UFC. Ele acompanha eventos nacionais e internacionais, trazendo análises detalhadas de lutas, rankings e desempenho dos atletas.