Bem-vindo ao Midnight Mania! Para abrir a noite, vamos fazer um retrospecto das três principais histórias que marcaram a sexta-feira, 17 de abril de 2026.
As três grandes manchetes da sexta-feira
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Carlos Ulberg passou por procedimento cirúrgico após se lesionar no UFC 327. A informação divulgada foi: “cirurgia no joelho concluída”. O lutador também projetou o retorno para daqui a um ano, encerrando com: “até um ano, ‘Black Jag’”.
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Com a gravidade do problema detalhada, o campeão do UFC Carlos Ulberg teria “rompido” o ligamento anterior do joelho (ACL) e ainda sofrido dano na tíbia. Com isso, a expectativa é que seja improvável vê-lo de volta antes de 2027. A avaliação que chamou atenção foi a de que, apesar da ruptura do ACL, outros ligamentos teriam permanecido íntegros.
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Colby Covington atacou Jon Jones em meio a um novo capítulo de provocações: o americano voltou a acusar o rival de “fraude com esteroides” e ainda fez referência a um período antigo, afirmando que Jones “fazia isso na faculdade”. A fala remete ao histórico de terem dividido acomodação no passado, colocando Colby na defensiva do próprio discurso e transformando o tema em combustível para a rivalidade.
Insônia: bastidores, debates e homenagens
Mark Hunt voltou ao foco após comentários ligados a alegações recentes de violência doméstica, usando uma postagem para tratar do assunto.
Cub Swanson também entrou no clima de discussão: o americano destacou que quer receber crédito como um dos primeiros a inovar na estratégia do chute na panturrilha, defendendo que a ideia ajudou a mudar abordagens no MMA. No mesmo tom, a menção citou que Ricardo Arona também deveria estar no debate.
Outro destaque foi para a Tachi Palace Fights, lembrada como uma promoção histórica do cenário regional californiano. A publicação ressaltou que vários nomes de peso passaram por lá para ganhar ritmo e maturidade, citando Michael McDonald, Ian McCall e Andre Fili.
Na sequência, a conversa abriu espaço para uma interrogação sobre o desfecho de uma luta: a dúvida colocada foi se o combate terminaria com uma finalização precoce de Abus Magomedov ou se Michal Oleksiejczuk conseguiria nocautear com um golpe no tronco. A chamada foi justamente sobre qual “lado” a luta tenderia a seguir.
Paulo Costa, por sua vez, foi lembrado como alguém que construiu sua reputação atravessando trocas intensas, citando a passagem em que encarou Yoel Romero no auge e sobreviveu a um confronto caótico. A lembrança reforçou que “a chinela” do “Borrachinha” não é algo para subestimar.
Além disso, foi comentado o treino conjunto entre antigos adversários: Joaquin Buckley e Kamaru Usman. A percepção apresentada foi a de que a troca pode ser positiva para ambos, com surpresa por Buckley conseguir manter um ritmo capaz de segurar Usman por algum tempo, ao menos no contexto do treino.
Charles Jourdain também entrou no radar pelo desempenho em um confronto contra Davey Grant. A reação foi de elogio direto ao trabalho apresentado, com destaque para a impressão causada pela atuação do canadense.
Slips, rips e clipes de nocaute
Entre os vídeos, o alerta foi claro: entrar saltando para a distância e “pular” para o bolso do oponente pode virar armadilha. A mensagem acompanhou um clipe que reforça como, em trocação, o timing e o posicionamento determinam se o golpe será aplicado com vantagem ou se o lutador será punido.
Também houve registro de um momento importante para Ray Cooper III. O britânico/americano, conforme a postagem, teria quebrado uma sequência negativa de seis lutas com estilo, alcançando a 17ª vitória por nocaute na carreira como profissional.
Outro destaque foi para um trecho que chamou atenção pelo trabalho do árbitro no fim do confronto. O vídeo foi tratado como um exemplo de “referee wrestlin’”, com a indicação de que a atuação no encerramento foi decisiva para o andamento correto da luta.
Random Land: o que chama atenção fora do octógono
Em meio ao conteúdo relacionado a lutas, surgiu uma pergunta: qual teria sido o pior uso de CGI que alguém já viu na vida. A publicação funcionou como um gancho para comentar efeitos visuais e produções questionáveis.
Mania community e trilha sonora
Fechando o clima, a postagem incentivou a participação da comunidade no espaço “The Feed”. A “Midnight Music” escolhida foi uma trilha eletrônica de 2007, seguida de um vídeo na plataforma.
Por fim, a mensagem encerrou com desejo de descanso aos “Maniacs”, reforçando que mais confusão e conteúdo de artes marciais seguem a caminho.

